setembro 28, 2021
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Direito de Lula disputar eleição não pode “livrar” Moro, diz Renan

Blog do Edivaldo Júnior

A repercussão foi imediata. Em todo o país, as pessoas estão se posicionando sobre a decisão do ministro Edson Fachin (STF), que declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar quatro processos que envolvem o ex-presidente Lula: o do tríplex, o do sítio de Atibaia, o de compra de um terreno e outro para doações ao Instituto Lula.

Na prática, os processos voltam a estaca zero. Com isso, ex-presidente está com os direitos políticos recuperados e pode se candidatar a presidente em 2022. Isso se a decisão Fachin for mantida pelo pleno do STF.

Para o senador Renan Calheiros (MDB-AL), apesar de importante, a decisão do ministro do STF “não pode servir para deixar de julgar e jogar para debaixo do tapete a parcialidade do então juiz Sérgio Moro. As responsabilidades precisam ser apuradas.”, disse o senador no Twitter.

A reação de Renan é explicada por outro fato importante que traz a decisão de Fachin. Na prática, o ex-juiz Sérgio Moro deve escapar do julgamento de “suspeição”.

A decisão de tornar o Lula elegível é um passo importante. Mas a Justiça não pode deixar de julgar e jogar para debaixo do tapete a parcialidade do então juiz Sérgio Moro. As responsabilidades precisam ser apuradas.